O terceiro passeio veio após o café da manhã: caminhada na selva. Novamente saímos de barco em um dia de tempo chuvoso para um um mini curso de exploração da mata e identificação de plantas e animais. Veveno Kurare na raiz do Timbó, larva do coco do babaçu que os índios comem (e o guia também), trilhas de pequenos animais, armadilhas para estes, formigas tucandeiras que poderiam facilmente nos mandar para o hospital com seu veneno, cipó d'água, dentre outras coisas interessantes. Fantástico foi observar o fenômeno da miracema em um pequeno igarapé onde os pequenos peixes fazem um barulho parecido com um som de motor de barco (acredite de quiser).
O quarto passeio foi por nossa conta: exploração do hotel de bicicleta. São mais de 8 km de passarelas em toda a extensão do complexo hoteleiro de selva. Destacamos a Samauma gigante, as suítes especiais, as Casas de Tarzan (suítes especiais na copa das árvores), a pirâmide para meditação, os macacos, as araras, filhote de jacaré logo abaixo do nosso quarto, papagaios, a floresta alagada e as barracas de descanso na beira do Rio Negro.
Cada novo passeio enriquece, ainda mais, a nossa viagem pela floresta amazônica. Não seria diferente para o quinto deles: visita à casa de coboclos. Os caboclos seriam os descendentes dos índios com os brancos. Eles nos mostraram o cultivo de frutas como cupuaçu, açaí, castanha do Para, dentre outras. Colheram a mandioca brava para mostrar o processo completo até chegar à tapioca que nos foi servido junto com um cafezinho e suco de frutas. Quem quiz brincou com uma jibóia de estimação dos garotos. Na volta, passamos por diversos igapós até chegar ao hotel.
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