sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Itacaré - Pousada Villa do Sol

Saímos de Teófilo Otoni às 7:30 horas. Considerado o pior trecho da viagem, a BR 101, conhecida pela Rodovia do Boi não estava tão precária como pensávamos. A única parte que requer mais cautela é a partir da divisa de Minas com Bahia até Itabuna. Nas poucas paradas, vimos o resultado da lei que proibia a venda de bebidas alcoólicas nos bares e restaurantes às margens de rodovias federais. Para alguns, uma medida boa, pois realmente o pessoal bebe e dirige; para outros, a lei sacrifica quem não tem nada a haver com a indisciplina dos motoristas irresponsáveis. Dica: nós utilizamos, além do GPS, o Guia Quatro Rodas – Estradas. Muito bem elaborado, foi de grande utilidade.



Pousada Villa do Sol
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Chegada em Itacaré de tarde. Ficamos muito satisfeitos com a pousada escolhida. A Villa do Sol (http://www.villadosol.tur.br/) fica na Praia da Concha. Com uma ótima infra-estrutura, os quartos possuem ventilador de teto e ar condicionado, banheiro com box de vidro temperado, televisão, frigo-bar, uma cama de casal quase king e janelas imensas que dão para um agradável jardim. A decoração tanto dos quartos quanto da pousada é linda. Ainda tem um deque com piscina para relaxar no fim de tarde ou em uma noite quente. O café da manhã é farto e delicioso, com tapioca quentinha e ovos mexidos feitos na hora. A equipe da pousada se esforça ao máximo para garantir uma ótima estada. O Milton, proprietário, deu dicas bacanas sobre o que fazer e aonde ir.

À noite, fomos conhecer a cidade. Como era carnaval, o movimento era grande. Na Pituba, estava a galera mais descolada e na orla se concentrava o povo da cidade. Nítida diferença de classes. Você encontrava o garçom que te serviu no restaurante dançando axé em frente ao trio elétrico, mas jamais nas cabanas de praia, onde só ficavam os “gringos”. E gringo, para eles, inclui você.



Capoeira
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Mais presente na Bahia, a capoeira faz parte da cultura do povo. Não é um programa de turista. Roda de capoeira acontece toda noite, quando o grupo se reúne sob o comando de seu mestre. Os estrangeiros ficam loucos.

Em nossas viagens, sempre procuramos interagir com os nativos, vivenciar o seu dia a dia, saber aonde comem, quais os locais em que se divertem diversão, e acabamos descobrindo vários “Brasis”. 

 

 

 

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