Bem, este post deveria ser escrito pelo Roberto, porque serei muito tendenciosa.
Fomos fazer o tal do rafting, no Rio de Contas. Contratamos a agência Ativa. Seguimos até Taboquinhas, há uns 30 quilômetros de Itacaré, sendo que 20 são de estrada de terra, em boas condições.
Chegando lá, assinamos um termo de compromisso, recebemos as instruções necessárias, colocamos nosso equipamento e fomos para a água.
Nem preciso dizer que cai do bote, juntamente com o piloteiro. Nós dois machucamos, bebi litros de água, achei que fosse morrer afogada, custei a terminar o passeio e jurei para mim mesma que nunca mais faço nenhum um tipo de esporte radical, ainda mais aquele que envolve rios caudalosos com corredeiras acima do nível III. Bote, agora, só em lagoa.
Mas, para não desanimar ninguém, culpo a falta de sorte ou a falta de experiência. Para os corajosos, não custa nada tentar. Tem gente que gosta de adrenalina e de viver fortes emoções. Não faço parte deste grupo, mas dou todo apoio a quem queira. Alguém tem que ficar na margem batendo fotos, né?
Depois do rafting, almoçamos com um casal de BH, super gente boa. O Silvânio e a Gabi foram nossa companhia até o fim da viagem. Ainda à noite fomos em um show de reggae na Pituba.
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